Guia Quatro Rodas
A curadoria da revista tornou-se um produto próprio, vendido todos os anos e usado como referência por quem viajava pelo país. Foi nele que surgiram as primeiras classificações de hotéis e restaurantes do Brasil.
As suas curadorias e recomendações transformam-se em produtos para a sua audiência local.
A Doubly trata de toda a parte técnica e do suporte.







Um produto novo, que usa o que o grupo de media já tem: audiência, credibilidade e presença em vários canais.
Transforme a sua audiência em receita com Guias temáticos, vendidos no portal e divulgados na programação.
Ofereça produtos digitais que o público compra e que as marcas querem patrocinar, com a assinatura do seu meio.
Ligue TV, rádio, portal e redes sociais numa mesma jornada, que termina no balcão do estabelecimento.
Gastronomia, turismo, beleza, desporto e mais. Cada secção, prémio ou festival do grupo pode transformar-se num Guia.
A Doubly trata da página, da app, da venda, da validação do benefício e do suporte ao público.
Em 1965, a Editora Abril transformou as recomendações de hotéis, restaurantes e estradas num guia anual que o leitor comprava. É o mesmo caminho que um Guia abre para o seu meio.
A curadoria da revista tornou-se um produto próprio, vendido todos os anos e usado como referência por quem viajava pelo país. Foi nele que surgiram as primeiras classificações de hotéis e restaurantes do Brasil.
Referência de mercado. A Doubly não tem relação com a Editora Abril. Dados da Wikipédia, do Blog do Zé Beto (junho de 2015) e do Mundo das Marcas, consultados em setembro de 2026.
A mesma ferramenta transforma-se em produto para vender em várias frentes, com a equipa comercial que o grupo já tem.
Um clube de vantagens pago pelo público, ou incluído na assinatura para ajudar a reter o assinante.
Um formato novo para os anunciantes: a marca patrocina o Guia e aparece em cada lugar incluído.
O festival ou o prémio do grupo ganha um Guia oficial, com quota de patrocínio e benefício para o público.
Cada afiliada vende o seu próprio Guia aos anunciantes da cidade, com regionalização e capilaridade.
Roteiros turísticos feitos com entidades de turismo e vendidos como projeto.
Cada formato é um produto diferente, com modelo comercial próprio. O grupo escolhe o que vender, a quem e em que mercados.
Os Guias aqui mostrados são exemplos ilustrativos. Meio de comunicação, marcas e preços são fictícios.

O Guia leva só a marca do meio, como os rankings e os suplementos que ele já publica.

O meio partilha a assinatura com uma marca patrocinadora, que aparece na página do Guia.

Um prémio, festival ou rota turística do grupo ganha um Guia, que fica no ar enquanto a ação durar.

O Guia torna-se um benefício do clube ou da assinatura, com acesso exclusivo para assinantes.
Cada secção, prémio ou mercado do grupo pode transformar-se num Guia. Alguns exemplos, nos quatro formatos.
Guias de exemplo. Meio de comunicação, marca, entidade pública, títulos e preços são fictícios.






Não. A Doubly constrói e mantém toda a estrutura. A sua equipa fica com o desenvolvimento comercial, que já faz bem.
Página do Guia, app nas lojas, pagamento e validação ao balcão, sem qualquer desenvolvimento por parte do grupo.
Atualizações da app, regras das lojas, meio de pagamento e correções ficam com a Doubly.
Atendimento ao público e aos estabelecimentos, do registo à utilização do benefício.
Do Guia criado ao benefício usado ao balcão.
Com pagamento ativado, para vender ao público, ou gratuito, quando alguém patrocina.
TV, rádio, portal e redes levam a audiência até ao Guia.
Mostra o Guia no estabelecimento, que valida o benefício ao balcão.
Atendimento aos clientes e aos estabelecimentos, do princípio ao fim.
O grupo de media define o modelo de negócio, e a equipa comercial fala com os estabelecimentos. A Doubly opera tudo o que vem depois do sim.
Meios de comunicação que fizeram das suas recomendações um clube, um negócio próprio ou um produto pago.
Clube de vantagens dos assinantes do jornal brasileiro, com restaurantes, cinemas, hotéis e passeios, incluindo 2 por 1 em restaurantes.
O clube do assinante ganhou site e app novos no centenário do jornal, com gastronomia, turismo e entretenimento.
O site de recomendações comprado pelo jornal tornou-se um produto próprio, com assinatura paga desde 2021.
Os editores escolhem os restaurantes, e a curadoria da revista tornou-se um mercado aberto ao público.
A Doubly não tem relação com estes projetos. Fontes: Tecmundo e Doutores da Web (novembro de 2025); Portal Tela (maio de 2025); Wikipédia e Nieman Lab (outubro de 2016); Digiday (junho de 2019) e Wikipédia. Consultadas em setembro de 2026.
Cada formato tem um modelo próprio, pensado para os mercados, a duração da ação e a dimensão do meio. Desenhamos o seu na demonstração.
Não. O Guia pode ser vendido ao público, entrar num clube de assinantes ou ser gratuito, quando uma marca, um evento ou o setor público o patrocina.
A equipa comercial do meio, que já tem a relação local. A Doubly fornece o guião de abordagem e trata de tudo o que vem depois do sim.
Do grupo de media e dos estabelecimentos que validam o benefício.
A Doubly. Página, app, pagamento, validação, manutenção e atendimento ao público e aos estabelecimentos ficam a seu cargo.
Funciona. Cada afiliada pode ter o seu próprio Guia, ou um Guia pode cobrir várias cidades da área de cobertura.
Cada formato tem um modelo próprio, desenhado na demonstração a partir dos mercados, da duração da ação e do formato.
Diga-nos quem é e onde está o seu meio. Mostramos-lhe a plataforma e voltamos com um formato de Guia.
A Doubly também trabalha diretamente com marcas e com agências locais.
Sou uma marca e quero ativar os meus pontos de venda →
Sou uma agência local e quero criar os Guias da minha cidade →